Fábio Ribeiro Psicanalista • escuta ética, sigilosa e sem fórmulas prontas
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Psicanálise para quem trava diante da avaliação

Você sabe dirigir.
Mas, na hora da prova, algo te trava.

Há pessoas que conseguem conduzir o carro, mas não conseguem sustentar a cena da prova. Quando a avaliação se torna um lugar de julgamento, o corpo responde: a mente acelera, o gesto perde precisão, a autocrítica toma conta. Nem sempre é falta de treino. Às vezes, é sofrimento.

Atendimento online e, conforme combinação prévia, presencial. Primeiro contato simples, reservado e sem julgamento.

O problema pode não ser dirigir.

Em muitos casos, o impasse aparece quando entram em cena a cobrança, o olhar do outro, a exigência de acerto e o medo de falhar. A questão deixa de ser apenas técnica. Passa a envolver a relação do sujeito com a avaliação, com o erro e com a própria vergonha.

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Ansiedade antecipatória

Antes mesmo da prova começar, o corpo já entrou em alerta. O sujeito chega tomado pelo pior cenário.

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Medo de julgamento

O avaliador deixa de ser apenas um examinador e passa a ocupar, psiquicamente, o lugar de quem condena.

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Autocrítica sem trégua

Um erro mínimo basta para a pessoa se desmontar por dentro e confirmar, de forma cruel, a própria acusação interna.

Nem toda reprovação é incapacidade. Às vezes, ela é o ponto em que um sofrimento antigo encontra uma cena concreta para se repetir.

Como a psicanálise pode ajudar

A psicanálise não oferece truques para “performar melhor”. Ela opera em outro nível: ajuda a compreender por que certas situações convocam angústia, travamento, vergonha e autoataque. Em vez de apenas contornar o sintoma, a proposta é escutar sua lógica.

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Você fala

Sem precisar chegar com tudo organizado. O trabalho começa exatamente onde hoje há confusão, repetição ou mal-estar.

2

Você localiza o que se repete

Não se trata apenas da prova. Trata-se do modo como você entra em colapso quando se sente cobrado, visto ou medido.

3

Você muda a relação com isso

Quando o sofrimento ganha palavra, ele pode deixar de agir sempre da mesma maneira. A repetição começa a perder força.

Fábio Ribeiro — Psicanalista

Sobre o atendimento

Sou Fábio Ribeiro, psicanalista de orientação freudiano-lacaniana. Minha trajetória é interdisciplinar, com formação também em Sociologia e Direitos Humanos, o que atravessa meu modo de escutar: sem moralismo, sem fórmulas prontas e com atenção rigorosa à singularidade de cada sujeito.

Atendimento online e, conforme combinação prévia, presencial. Contato inicial pelo WhatsApp ou por formulário reservado nesta página.

Se você sente que a reprovação na CNH não se explica apenas por técnica, esta conversa pode ser um começo.

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Para quem esta escuta faz sentido

  • para quem já reprovou e sente vergonha de tentar novamente;
  • para quem entra em sofrimento só de imaginar a avaliação;
  • para quem percebe que “na hora H” sempre se desorganiza;
  • para quem se cobra demais e se destrói internamente quando falha.

Não é preciso chegar com tudo explicado. Basta haver um ponto de sofrimento que insiste e uma disposição mínima para começar a falar dele.

Quando a prova vira julgamento, o corpo responde.

Talvez o problema não esteja no volante, mas no lugar psíquico que essa cena ocupa para você. Se quiser, podemos começar por aí.

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E-mail:
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O primeiro contato não precisa ser longo nem perfeito. Basta um sinal de que você quer começar.

Perguntas frequentes

Isso é uma terapia para passar na prova?

Não. A proposta não é treinar direção nem oferecer técnicas de performance. O trabalho é compreender o sofrimento que aparece quando você é avaliado e que pode estar se condensando nessa cena.

Preciso saber explicar exatamente o que sinto?

Não. Muitas vezes o sujeito chega justamente porque não consegue nomear bem o que lhe acontece. A análise parte desse ponto.

Atende online ou presencial?

O atendimento pode ser online e, conforme combinação prévia, também presencial. Isso pode ser definido no primeiro contato.

E se eu já tentei outras formas de lidar com isso?

Isso é frequente. Muitas pessoas já treinaram mais, tentaram controlar a respiração ou se cobrar menos e, ainda assim, continuam travando. Às vezes, a dificuldade não é apenas técnica.

O atendimento é sigiloso?

Sim. O atendimento é conduzido com ética, sigilo e respeito à singularidade de cada pessoa.